O BANCO NACIONAL DE PERFIL GENÉTICO E O PRINCÍPIO DA NÃO AUTOINCRIMINAÇÃO

Autores

  • Nathália da Silva Manhabusque ATHON Ensino Superior
  • Eduardo Antonio Pires Munhoz ATHON Ensino Superior

Palavras-chave:

Dados; Genética; Constitucionalidade; Autoincriminação; Constituição;

Resumo

O presente artigo visa analisar a constitucionalidade das normas brasileiras que
autorizam a aplicação do banco nacional de perfis genéticos frente ao princípio da não
autoincriminação, de forma a compreender se este sistema viola garantias fundamentais.
Neste sentido, foram analisados princípios constitucionais e a hermenêutica doutrinária,
capazes de embasar a conclusão.

Biografia do Autor

Eduardo Antonio Pires Munhoz, ATHON Ensino Superior

Docente do curso de Direito da ATHON Ensino
Superior

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Publicado

2024-07-26